Uma das coisas com a qual um seminarista precisa se acostumar é com a leitura. Afinal, não basta apenas ler a Bíblia para se conduzir um rebanho. Esta visão pode parecer polêmica, mas irei explicá-la.
Geralmente, considera-se o ministério pastoral como um ministério com três facetas principais: Pregador, conselheiro e administrador. Podemos ver estas três facetas já no ministério de Jesus Cristo, pregando a sua mensagem aos povos, aconselhando e orientando seus discípulos nos momentos de crise e administrando o seu processo de discipulado e manutenção do grupo durante três anos. Se considerarmos as diferenças da sociedade na época de Cristo e nos dias de hoje, podemos ver que as demandas por busca de conhecimento, por parte de um pastor, tornaram-se imensas. E como nenhum de nós é onisciente como Jesus, precisamos ler para acrescentar bagagem ao nosso ministério.
A quantidade de livros que um seminarista precisa ter, ao longo dos 4 anos de seu curso, varia de aluno para aluno. O motivo é simples: Cada aluno conhece sua capacidade, seus pontos fortes e fracos. Desta forma, quanto mais conhecimento o aluno entende precisar, mais ele precisará correr atrás deste conhecimento na enorme quantidade de livros disponíveis para ajudá-lo. Esta quantidade também costuma crescer ao longo do curso, pois a quantidade de aulas recebidas aumenta, a visão se abre para novas necessidades e, assim, as opções de leitura também aumentam.
Hoje, um aluno do Seminário do Sul não precisa se preocupar com a aquisição de muitos livros para estudar, pois a biblioteca David Malta Nascimento possui um incrível acervo de mais de 20 mil obras, todas voltadas para a área teológica. Porém, com o início do ministério, ou mesmo antes, é normal ver alunos criando verdadeiras bibliotecas com livros que despertam o seu interesse e o ajudam a trabalhar e crescer espiritualmente e ministerialmente.
Atualmente, meu regime de leitura está dividido em duas direções: A primeira se trata do meu trabalho de monografia, no qual estou estudando a relação entre a Igreja Cristã Protestante e o movimento nazista, movimento que marcou negativamente a história europeia da primeira metade do séc. XX. A segunda está sendo focada em livros sobre liderança, por vir sentindo falta de aprimoramento nesta área. Afinal, nem todos são líderes natos, ou pelo menos líderes na visão que conhecemos.
Cada um, com o tempo, descobre suas áreas de leitura. Já tive a chance de ler livros sobre teologia, aconselhamento, homilética, sociologia da religião e outros que estudam a igreja como está hoje e para onde estamos indo. Além disso, existem muitos outros livros na fila. Meu objetivo, hoje, é continuar mantendo este regime de estudos e crescendo em conhecimento, para minimizar as falhas que cometo hoje e que CERTAMENTE cometerei no ministério que Deus preparou para mim. Este também deve ser o objetivo de todo seminarista que deseja verdadeiramente ser uma ferramenta na obra de Deus.
Geralmente, considera-se o ministério pastoral como um ministério com três facetas principais: Pregador, conselheiro e administrador. Podemos ver estas três facetas já no ministério de Jesus Cristo, pregando a sua mensagem aos povos, aconselhando e orientando seus discípulos nos momentos de crise e administrando o seu processo de discipulado e manutenção do grupo durante três anos. Se considerarmos as diferenças da sociedade na época de Cristo e nos dias de hoje, podemos ver que as demandas por busca de conhecimento, por parte de um pastor, tornaram-se imensas. E como nenhum de nós é onisciente como Jesus, precisamos ler para acrescentar bagagem ao nosso ministério.
A quantidade de livros que um seminarista precisa ter, ao longo dos 4 anos de seu curso, varia de aluno para aluno. O motivo é simples: Cada aluno conhece sua capacidade, seus pontos fortes e fracos. Desta forma, quanto mais conhecimento o aluno entende precisar, mais ele precisará correr atrás deste conhecimento na enorme quantidade de livros disponíveis para ajudá-lo. Esta quantidade também costuma crescer ao longo do curso, pois a quantidade de aulas recebidas aumenta, a visão se abre para novas necessidades e, assim, as opções de leitura também aumentam.
Hoje, um aluno do Seminário do Sul não precisa se preocupar com a aquisição de muitos livros para estudar, pois a biblioteca David Malta Nascimento possui um incrível acervo de mais de 20 mil obras, todas voltadas para a área teológica. Porém, com o início do ministério, ou mesmo antes, é normal ver alunos criando verdadeiras bibliotecas com livros que despertam o seu interesse e o ajudam a trabalhar e crescer espiritualmente e ministerialmente.
Atualmente, meu regime de leitura está dividido em duas direções: A primeira se trata do meu trabalho de monografia, no qual estou estudando a relação entre a Igreja Cristã Protestante e o movimento nazista, movimento que marcou negativamente a história europeia da primeira metade do séc. XX. A segunda está sendo focada em livros sobre liderança, por vir sentindo falta de aprimoramento nesta área. Afinal, nem todos são líderes natos, ou pelo menos líderes na visão que conhecemos.
Cada um, com o tempo, descobre suas áreas de leitura. Já tive a chance de ler livros sobre teologia, aconselhamento, homilética, sociologia da religião e outros que estudam a igreja como está hoje e para onde estamos indo. Além disso, existem muitos outros livros na fila. Meu objetivo, hoje, é continuar mantendo este regime de estudos e crescendo em conhecimento, para minimizar as falhas que cometo hoje e que CERTAMENTE cometerei no ministério que Deus preparou para mim. Este também deve ser o objetivo de todo seminarista que deseja verdadeiramente ser uma ferramenta na obra de Deus.











