Estou de volta, após alguns dias problemáticos no trabalho. Somente esta semana, devo ter pego umas 80 pastas para analisar e realizar atividades diversas. Esta era a média MENSAL, nos PIORES meses, em tempos passados. A coisa está feia, mas Deus está no controle.
Hoje, irei voltar a comentar sobre o programa "No Limite", pois a cada dia que passa, estou mais vidrado nele. O motivo é eu estar vendo, verdadeiramente, o surgimento de um "Survivor" brasileiro, com direito às maquinações, jogatinas e falsidades que tornam o jogo um desafio para quem quer vencê-lo com ética. E como a ética é algo que é estudado no âmbito da teologia, um jogo como este torna-se bem interessante de ser analisado.
Para quem não viu o episódio de hoje, vou fazer uma breve recapitulação: Até o episódio passado, a Sandi era a grande maquinadora do jogo. Em um episódio, ela conseguiu fazer a cabeça de TODOS os jogadores para votarem contra a Taritza, afirmando que ela era fofoqueira. O mais impressionante é que NINGUÉM se tocou que a Taritza NUNCA havia sido vista falando mal dos outros, EXCETO pela própria Sandi.
Após o último episódio, em que a Taritza saiu com uma considerável quantidade de votos, a Gabriela comentou o fato com a Índia. A Sandi, mantendo suas maquinações e preparando o próximo alvo, acusou o Gílson de ter se forçado contra ela, tentando arrancar um beijo dela, em uma conversa de pé de ouvido com a Índia. Isto fez esta jovem se irritar e, após a prova de recompensa, convocar uma "assembleia" da tribo para discutir a situação. A Sandi não confirmou nem negou a história, afirmou com todas as letras que estava jogando e que fazia fuxicos, e mostrou-se completamente sem ressentimentos pela sua acusação, que é de um nível de sujeira inimaginável, até mesmo para um jogo como este, já que com tais coisas não se brincam. De fato, chega a ser covarde acusar um homem de assédio sexual apenas para avançar no jogo, pois isto acaba com a reputação da pessoa. Aliás, isto é passível de processo por danos morais...
Mas enfim, a questão teológica que motivou este post aconteceu após a Sandi encontrar o colar da imunidade escondido na tribo. De fato, este colar estava à mostra em um ídolo dentro do acampamento, e apenas 4 jogadores sabiam das dicas, dadas no exílio, que mencionavam a questão do colar. Felipe, um deles, achou por bem contar à loira sobre a dica e ainda dizer onde ele achava que o colar estava. Sandi o encontrou, comemorou sua permanência por mais um episódio e soltou a pérola do programa, até aqui:
"Deus é justo".
A primeira coisa que devo dizer é que esta afirmação me embrulhou o estômago, pois mostra o estado das coisas hoje em dia no campo religioso. Hoje, Deus é um ser utilitário, que atende aos desejos das pessoas indiscriminadamente, independente da situação da pessoa. Deus existe para lhe dar bênçãos, e não para ser louvado e adorado, e para nos orientar em nossas condutas. O conceito de pecado inexiste, e cada um vive conforme a sua consciência, por mais pervertida pelo pecado que ela possa estar.
Quando vi esta jovem soltando esta pérola, pensei: Que Deus é este em que Sandi acredita, para ela afirmar que este Deus pode ser justo com alguém que mente para avançar em uma competição financeira? E pior: Que Deus é este que aceita que uma pessoa minta a ponto de denegrir a reputação de outra para avançar no jogo e a ajuda a seguir na competição?
Eu olho, hoje, para a Bíblia, que é a revelação divina, a Palavra de Deus, aquilo que ele nos enviou para que seja o nosso guia e orientação de vida, e só vejo confrontações a estas atitudes de Sandi:
Ap. 22.15: Ficarão de fora (do reino dos céus) os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.
Sl. 119.163: Abomino e odeio a mentira; mas amo a tua lei.
Pv. 6.16-19: Estas seis coisas o SENHOR odeia, e a sétima a sua alma abomina: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, O coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, A testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos.
Ef. 4.25: Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros.
Tendo estes textos (dentre tantos outros que prefiro não elencar aqui, para não ficar até as 3 da manhã escrevendo) por base, fica fácil perceber que Deus não coaduna com mentirosos. Logo, a vitória de Sandi ao achar o amuleto não teve envolvimento NENHUM do Senhor.
Agora, aproveitando o gancho da discussão, citarei uma frase que indica bem a religiosidade de Sandi e de tantos outros. Esta frase é do teólogo Paul Tillich, e eu parafraseio: Se alguém que acredita em Deus acredita no símbolo, ou no dogma, ou na imagem que tem dele, comete idolatria! Ou seja, Deus é muito, mas MUITO maior do que podemos imaginar. Podemos apenas nos aproximar do entendimento da sua grandeza seguindo os seus ensinamentos (que estão apresentados na Bíblia) e deixando-nos surpreender com sua ação em nossas vidas. Entretanto, ao "encaixotarmos" Deus dentro de nossa razão, para que ele (com letra minúscula propositalmente) se torne aquilo que nós desejamos que ele seja, nós cometemos idolatria, nós adoramos algo que não é REALMENTE Deus, e sim apenas uma construção de nossas mentes.
No final das contas, o que acontecerá com o jogo? É simples: Sandi será eliminada na primeira oportunidade que o grupo tiver para fazê-lo. Além disto, Felipe pagou CARO por ter praticamente dado o colar de imunidade para Sandi: Foi sumariamente eliminado do jogo, falhando em perceber que era o próximo alvo. Com isto, Índia e Gabi crescem no jogo e podem tornar-se referências para chegar até o final da competição, no lado feminino. Já no lado masculino, Guimarães e Alexandre, por estarem aparecendo pouco, também podem ir longe.
Vejamos agora, no próximo domingo, se este finalmente será o dia da Sandi dançar, ou se outra pessoa será eliminada antes dela. Tudo dependerá da capacidade da loira de montar seu esquema de jogo novamente.
Hoje, irei voltar a comentar sobre o programa "No Limite", pois a cada dia que passa, estou mais vidrado nele. O motivo é eu estar vendo, verdadeiramente, o surgimento de um "Survivor" brasileiro, com direito às maquinações, jogatinas e falsidades que tornam o jogo um desafio para quem quer vencê-lo com ética. E como a ética é algo que é estudado no âmbito da teologia, um jogo como este torna-se bem interessante de ser analisado.
Para quem não viu o episódio de hoje, vou fazer uma breve recapitulação: Até o episódio passado, a Sandi era a grande maquinadora do jogo. Em um episódio, ela conseguiu fazer a cabeça de TODOS os jogadores para votarem contra a Taritza, afirmando que ela era fofoqueira. O mais impressionante é que NINGUÉM se tocou que a Taritza NUNCA havia sido vista falando mal dos outros, EXCETO pela própria Sandi.
Após o último episódio, em que a Taritza saiu com uma considerável quantidade de votos, a Gabriela comentou o fato com a Índia. A Sandi, mantendo suas maquinações e preparando o próximo alvo, acusou o Gílson de ter se forçado contra ela, tentando arrancar um beijo dela, em uma conversa de pé de ouvido com a Índia. Isto fez esta jovem se irritar e, após a prova de recompensa, convocar uma "assembleia" da tribo para discutir a situação. A Sandi não confirmou nem negou a história, afirmou com todas as letras que estava jogando e que fazia fuxicos, e mostrou-se completamente sem ressentimentos pela sua acusação, que é de um nível de sujeira inimaginável, até mesmo para um jogo como este, já que com tais coisas não se brincam. De fato, chega a ser covarde acusar um homem de assédio sexual apenas para avançar no jogo, pois isto acaba com a reputação da pessoa. Aliás, isto é passível de processo por danos morais...
Mas enfim, a questão teológica que motivou este post aconteceu após a Sandi encontrar o colar da imunidade escondido na tribo. De fato, este colar estava à mostra em um ídolo dentro do acampamento, e apenas 4 jogadores sabiam das dicas, dadas no exílio, que mencionavam a questão do colar. Felipe, um deles, achou por bem contar à loira sobre a dica e ainda dizer onde ele achava que o colar estava. Sandi o encontrou, comemorou sua permanência por mais um episódio e soltou a pérola do programa, até aqui:
"Deus é justo".
A primeira coisa que devo dizer é que esta afirmação me embrulhou o estômago, pois mostra o estado das coisas hoje em dia no campo religioso. Hoje, Deus é um ser utilitário, que atende aos desejos das pessoas indiscriminadamente, independente da situação da pessoa. Deus existe para lhe dar bênçãos, e não para ser louvado e adorado, e para nos orientar em nossas condutas. O conceito de pecado inexiste, e cada um vive conforme a sua consciência, por mais pervertida pelo pecado que ela possa estar.
Quando vi esta jovem soltando esta pérola, pensei: Que Deus é este em que Sandi acredita, para ela afirmar que este Deus pode ser justo com alguém que mente para avançar em uma competição financeira? E pior: Que Deus é este que aceita que uma pessoa minta a ponto de denegrir a reputação de outra para avançar no jogo e a ajuda a seguir na competição?
Eu olho, hoje, para a Bíblia, que é a revelação divina, a Palavra de Deus, aquilo que ele nos enviou para que seja o nosso guia e orientação de vida, e só vejo confrontações a estas atitudes de Sandi:
Ap. 22.15: Ficarão de fora (do reino dos céus) os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.
Sl. 119.163: Abomino e odeio a mentira; mas amo a tua lei.
Pv. 6.16-19: Estas seis coisas o SENHOR odeia, e a sétima a sua alma abomina: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, O coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, A testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos.
Ef. 4.25: Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros.
Tendo estes textos (dentre tantos outros que prefiro não elencar aqui, para não ficar até as 3 da manhã escrevendo) por base, fica fácil perceber que Deus não coaduna com mentirosos. Logo, a vitória de Sandi ao achar o amuleto não teve envolvimento NENHUM do Senhor.
Agora, aproveitando o gancho da discussão, citarei uma frase que indica bem a religiosidade de Sandi e de tantos outros. Esta frase é do teólogo Paul Tillich, e eu parafraseio: Se alguém que acredita em Deus acredita no símbolo, ou no dogma, ou na imagem que tem dele, comete idolatria! Ou seja, Deus é muito, mas MUITO maior do que podemos imaginar. Podemos apenas nos aproximar do entendimento da sua grandeza seguindo os seus ensinamentos (que estão apresentados na Bíblia) e deixando-nos surpreender com sua ação em nossas vidas. Entretanto, ao "encaixotarmos" Deus dentro de nossa razão, para que ele (com letra minúscula propositalmente) se torne aquilo que nós desejamos que ele seja, nós cometemos idolatria, nós adoramos algo que não é REALMENTE Deus, e sim apenas uma construção de nossas mentes.
No final das contas, o que acontecerá com o jogo? É simples: Sandi será eliminada na primeira oportunidade que o grupo tiver para fazê-lo. Além disto, Felipe pagou CARO por ter praticamente dado o colar de imunidade para Sandi: Foi sumariamente eliminado do jogo, falhando em perceber que era o próximo alvo. Com isto, Índia e Gabi crescem no jogo e podem tornar-se referências para chegar até o final da competição, no lado feminino. Já no lado masculino, Guimarães e Alexandre, por estarem aparecendo pouco, também podem ir longe.
Vejamos agora, no próximo domingo, se este finalmente será o dia da Sandi dançar, ou se outra pessoa será eliminada antes dela. Tudo dependerá da capacidade da loira de montar seu esquema de jogo novamente.











