Hoje o dia foi puxado, com bastante trabalho. Neste momento, estou relaxando um pouco, me preparando para amanhã. Em geral, dias de mensagem são os dias mais estressantes para mim, pois quero sempre estar aberto à ação do Espirito Santo, esperando que ele possa me abençoar com uma palavra que faça diferença na vida dos irmãos. Ao mesmo tempo, fico mentalizando o esboço que já preparei, para na hora não precisar olhar muito para ele. O objetivo é manter a mente aberta para novas ideias, ilustrações que ainda não lembrei ou novas abordagens do texto.
Em todo caso, agora pude parar para meditar sobre o episódio de ontem do programa No Limite. Uma coisa que notei foi a falta de competitividade das moças escolhidas para o programa. É impressionante o fato de duas haverem desistido e uma terceira ter quase pedido para sair, esperando apenas o resultado da votação. A produção deve estar muito irada com suas escolhas, e eu fico imaginando se alguém irá perder o emprego na equipe de seleção deste programa.
Eu digo porque fica a impressão, vendo o episódio, que a única moça que não entrou no jogo para aparecer foi a Índia, o que já me faz respeitá-la imensamente. Parece-me que várias moças entraram com o espírito de Big Brother, ou seja: Vamos aparecer, mostrar nossos corpos e, assim, fechar um contrato com uma revista masculina. É claro, a própria produção tem culpa no cartório ao fazer uma seleção pensando nisso. Basta ver uma imagem de uma das tribos, onde 4 moças aparecem convenientemente enfileiradas, mostrando-se pras câmeras, enquanto um rapaz (Rafão? Não lembro...) nota a comicidade da cena. Sendo assim, creio que a seleção pecou tremendamente no lado feminino da competição. Se tivéssemos mais umas 3 Índias, porém, poderíamos ter um jogo mais "fierce" do lado feminino (aproveitando a gíria de America's Next Top Model, um dos reality shows favoritos da galera que visitava a Reality Center).
Em todo caso, hoje estou bem feliz, com o fato do jogo ter mudado. Pra mim, No Limite/Survivor só é um jogo legal com votação interna. Ele torna a competição mais interessante de ver, pois os jogadores são obrigados a pensarem estrategicamente. E aqui entra a pergunta: Como ser estratégico de forma cristã em uma competição onde os próprios competidores se eliminam? Esta pergunta é praticamente impossível de responder, e provavelmente não exista uma fórmula para fazê-lo. Em todo caso, posso dizer que a melhor forma de se competir em Survivor sem ferir a ética é:
1ª fase: Eliminar os mais fracos
2ª fase: Eliminar os mais fortes/ganhar imunidades individuais
Na segunda fase do jogo, também acho aceitável a formação de alianças, desde que não sejam baseadas em mentiras. É claro, formar alianças fortes que cheguem longe no jogo é praticamente impossível se não houver mentiras e ocultações de informações por parte dos interessados. Entretanto, se você está disposto a lutar para chegar ao grande prêmio de 1 milhão de reais, será preciso que você venda um pouco (ou muito) de sua integridade para fazê-lo. E aí entra a questão: O cristão deve sacrificar sua integridade para vencer o programa? Eu digo que não. Se o fizer, estará pecando, e o dinheiro pode acabar tornando-se maldição em sua vida.
Bom, tirando o papo evangelical um tanto do caminho, resolvi repensar o jogo e como ele ficaria, agora. Antes de poder tirar conclusões, eu tive acesso ao blog do Zeca Camargo, na Globo.com, e ele comentou sobre como viu as faces de Bia, Marcelo e Rafão mostrarem preocupação. Isso é perfeitamente justificável:
1) É possível que Bia estivesse contando de chegar à segunda fase e usar sua fraqueza como arma nas votações finais, falando que era uma vitória ela chegar tão longe. Agora, ela precisará ralar para sobreviver à primeira fase, pois as equipes só devem se fundir quando tiverem 10 ou 12 competidores. Até lá, ainda cairão 2 ou 3 jogadores da tribo Manibu, e a fraqueza certamente será a carta na manga da primeira votação. A Bia, portanto, torna-se o primeiro alvo fácil da tribo.
2) O Marcelo mostrou várias rusgas com o grupo, em especial por conta de sua vontade de querer fazer as coisas do seu jeito. Suas posições incisivas causaram a irritação de vários jogadores, que viram nele uma figura autoritária e má-perdedora. Neste sentido, por conta de problemas de relacionamento, Marcelo pode ter que abandonar o programa em breve. Somente com boas performances em algumas provas, ele conseguirá avançar.
3) O Rafão tem um problema mais sério nas mãos: Desvincular-se do relacionamento com a Jéssica. Casais são alianças fortes neste jogo, e todos os outros jogadores podem querer quebrar os laços dos dois durante o programa. Além disso, Rafão poderia estar contando, como eu notei antes e o Zeca comentou em seu blog, de seu romance com Jéssica cair nas graças do povo, o que permitiria que ele ficasse na competição caso fosse indicado várias vezes ao paredão. Agora, as coisas mudam, pois ele é apenas o jogador mais forte fisicamente do programa. Resultado: Na fusão das duas tribos, se ele não pegar uma imunidade individual, será o PRIMEIRO alvo de todos os jogadores para tirar da competição. Resultado: Rafão precisará, para ONTEM, de uma aliança para se manter na competição.
Pensando nisso tudo, a saída para estes jogadores poderia ser formar uma "aliança dos desesperados": Rafão, Jéssica, Marcelo e Bia. Traria também uma quinta roda, para a fusão, para não haver problemas na votação. Depois de conseguir duas eliminações do outro lado, eliminaria a quinta roda e manteria o núcleo até a final. Para Rafão e Marcelo, seria uma boa, pois as chances de bater as duas moças em provas de resistência na final seriam ótimas. Para Bia e Jéssica, seria uma chance de chegarem mais longe na competição e, quem sabe, se aproveitarem do fato dos homens estarem mais debilitados no final do jogo. Se bem que, com este monte de festas e presentes nas provas, os jogadores vão acabar saindo mais gordinhos do jogo... Rsrsrsrs.
Enfim, domingo certamente será mais legal. Quero ver agora como as tribos irão se alinhar, com estas novas regras. Certamente as intrigas aumentarão, e poderemos analisar melhor o jogo.
Em todo caso, agora pude parar para meditar sobre o episódio de ontem do programa No Limite. Uma coisa que notei foi a falta de competitividade das moças escolhidas para o programa. É impressionante o fato de duas haverem desistido e uma terceira ter quase pedido para sair, esperando apenas o resultado da votação. A produção deve estar muito irada com suas escolhas, e eu fico imaginando se alguém irá perder o emprego na equipe de seleção deste programa.
Eu digo porque fica a impressão, vendo o episódio, que a única moça que não entrou no jogo para aparecer foi a Índia, o que já me faz respeitá-la imensamente. Parece-me que várias moças entraram com o espírito de Big Brother, ou seja: Vamos aparecer, mostrar nossos corpos e, assim, fechar um contrato com uma revista masculina. É claro, a própria produção tem culpa no cartório ao fazer uma seleção pensando nisso. Basta ver uma imagem de uma das tribos, onde 4 moças aparecem convenientemente enfileiradas, mostrando-se pras câmeras, enquanto um rapaz (Rafão? Não lembro...) nota a comicidade da cena. Sendo assim, creio que a seleção pecou tremendamente no lado feminino da competição. Se tivéssemos mais umas 3 Índias, porém, poderíamos ter um jogo mais "fierce" do lado feminino (aproveitando a gíria de America's Next Top Model, um dos reality shows favoritos da galera que visitava a Reality Center).
Em todo caso, hoje estou bem feliz, com o fato do jogo ter mudado. Pra mim, No Limite/Survivor só é um jogo legal com votação interna. Ele torna a competição mais interessante de ver, pois os jogadores são obrigados a pensarem estrategicamente. E aqui entra a pergunta: Como ser estratégico de forma cristã em uma competição onde os próprios competidores se eliminam? Esta pergunta é praticamente impossível de responder, e provavelmente não exista uma fórmula para fazê-lo. Em todo caso, posso dizer que a melhor forma de se competir em Survivor sem ferir a ética é:
1ª fase: Eliminar os mais fracos
2ª fase: Eliminar os mais fortes/ganhar imunidades individuais
Na segunda fase do jogo, também acho aceitável a formação de alianças, desde que não sejam baseadas em mentiras. É claro, formar alianças fortes que cheguem longe no jogo é praticamente impossível se não houver mentiras e ocultações de informações por parte dos interessados. Entretanto, se você está disposto a lutar para chegar ao grande prêmio de 1 milhão de reais, será preciso que você venda um pouco (ou muito) de sua integridade para fazê-lo. E aí entra a questão: O cristão deve sacrificar sua integridade para vencer o programa? Eu digo que não. Se o fizer, estará pecando, e o dinheiro pode acabar tornando-se maldição em sua vida.
Bom, tirando o papo evangelical um tanto do caminho, resolvi repensar o jogo e como ele ficaria, agora. Antes de poder tirar conclusões, eu tive acesso ao blog do Zeca Camargo, na Globo.com, e ele comentou sobre como viu as faces de Bia, Marcelo e Rafão mostrarem preocupação. Isso é perfeitamente justificável:
1) É possível que Bia estivesse contando de chegar à segunda fase e usar sua fraqueza como arma nas votações finais, falando que era uma vitória ela chegar tão longe. Agora, ela precisará ralar para sobreviver à primeira fase, pois as equipes só devem se fundir quando tiverem 10 ou 12 competidores. Até lá, ainda cairão 2 ou 3 jogadores da tribo Manibu, e a fraqueza certamente será a carta na manga da primeira votação. A Bia, portanto, torna-se o primeiro alvo fácil da tribo.
2) O Marcelo mostrou várias rusgas com o grupo, em especial por conta de sua vontade de querer fazer as coisas do seu jeito. Suas posições incisivas causaram a irritação de vários jogadores, que viram nele uma figura autoritária e má-perdedora. Neste sentido, por conta de problemas de relacionamento, Marcelo pode ter que abandonar o programa em breve. Somente com boas performances em algumas provas, ele conseguirá avançar.
3) O Rafão tem um problema mais sério nas mãos: Desvincular-se do relacionamento com a Jéssica. Casais são alianças fortes neste jogo, e todos os outros jogadores podem querer quebrar os laços dos dois durante o programa. Além disso, Rafão poderia estar contando, como eu notei antes e o Zeca comentou em seu blog, de seu romance com Jéssica cair nas graças do povo, o que permitiria que ele ficasse na competição caso fosse indicado várias vezes ao paredão. Agora, as coisas mudam, pois ele é apenas o jogador mais forte fisicamente do programa. Resultado: Na fusão das duas tribos, se ele não pegar uma imunidade individual, será o PRIMEIRO alvo de todos os jogadores para tirar da competição. Resultado: Rafão precisará, para ONTEM, de uma aliança para se manter na competição.
Pensando nisso tudo, a saída para estes jogadores poderia ser formar uma "aliança dos desesperados": Rafão, Jéssica, Marcelo e Bia. Traria também uma quinta roda, para a fusão, para não haver problemas na votação. Depois de conseguir duas eliminações do outro lado, eliminaria a quinta roda e manteria o núcleo até a final. Para Rafão e Marcelo, seria uma boa, pois as chances de bater as duas moças em provas de resistência na final seriam ótimas. Para Bia e Jéssica, seria uma chance de chegarem mais longe na competição e, quem sabe, se aproveitarem do fato dos homens estarem mais debilitados no final do jogo. Se bem que, com este monte de festas e presentes nas provas, os jogadores vão acabar saindo mais gordinhos do jogo... Rsrsrsrs.
Enfim, domingo certamente será mais legal. Quero ver agora como as tribos irão se alinhar, com estas novas regras. Certamente as intrigas aumentarão, e poderemos analisar melhor o jogo.







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