Nesta última quinta-feira, tivemos a primeira aula de Missão e Comunicação, com o Prof. Noélio, fonoaudiólogo e professor de universidades públicas. Após ministrar rapidamente sua aula, o professor começou a indagar os alunos sobre quais as maiores necessidades de nossas igrejas e como nós achávamos que poderíamos resolvê-las ou minimizá-las.
Isto imediatamente começou a me fazer pensar. Comecei a pensar no passado e no presente de minha igreja. A Primeira Igreja Batista do Grajaú já foi uma igreja muito forte, com cerca de 220 membros, número significativo para um bairro tão pequeno, geograficamente. Após sucessivos problemas, nossa igreja se viu reduzida a cerca de 110 membros e uma frequência dominical de 30 fiéis de manhã e 50 à noite, no final de 2008.
A primeira atitude tomada pela nossa igreja para uma busca de uma retomada de crescimento foi uma busca criteriosa por um homem de Deus para liderar nossa igreja. Tal busca nos levou a receber cerca de 8 pastores, levando-nos a ouví-los, orar e buscar a vontade de Deus para nós. Após um bom tempo, cremos ter feito a escolha certa ao convidar o Pr. Wellison Magalhães para ser nosso líder. Um homem de Deus, o Pr. Wellison mostrou-se um forte pregador, pastor e cristão, o que ajudou a dar um foco à igreja, novamente.
A seguir, buscou-se uma centralidade na Palavra de Deus para a igreja. Um detalhe bem curioso da aula foi que o Pr. Noélio afirmou que a leitura fixa muito mais os conteúdos apresentados do que a música. Desta forma, apresentando a forma do cérebro humano, ele notou que é pela falta de leitura que os pastores hoje controlam as massas, pois a leitura gera raciocínio, esta gera contestação e contestação gera debate, algo que os pastores hoje sempre querem evitar. A volta a uma mensagem mais bíblica fez com que os fiéis se fortalecessem mais na fé, ajudando-os a enfrentar os momentos de aflição.
Apesar disto, a PIB do Grajaú ainda enfrenta problemas, e foram estes que pensei sobre como resolver. Atualmente, nosso corpo de liderança é pequeno e não tem renovação. Por haverem poucos líderes, muitos possuem diversas atividades na igreja, causando uma sobrecarga nas pessoas, levando a conflitos e atividades realizadas apenas por realizar. Além disto, muitas pessoas com know-how para gerenciar as atividades da igreja deixaram nossa comunidade sem passar seus conhecimentos, causando um vácuo que fez com que muitas atividades não fossem realizadas com excelência ou fossem deixadas de lado (um exemplo claro é que nossa igreja não possui um coral há 3 anos e não possui um coral misto fixo há mais de 5 anos, com a saída da antiga ministra de música).
Pensando nisto, fica claro que o trabalho para reerguimento de uma igreja nesta situação passa pela criação, busca e capacitação de novos líderes. O trabalho é de longo prazo, porém absolutamente necessário para o sucesso da igreja. Em nossa igreja, eu trabalharia em algumas frentes:
1) Um curso de liderança, buscando melhorar a capacitação dos líderes atuais da igreja.
2) Análise da membresia, em busca de novos líderes em potencial, incentivando-os para participar do curso acima.
3) Criação de uma biblioteca, bancada pela igreja, para fornecer literatura de apoio para capacitação dos líderes, em suas diversas áreas.
4) Trabalho de "mentoria estratégica", com líderes reunindo-se semanalmente com seus liderados para fomentar o intercâmbio e a socialização do conhecimento.
5) Sustento de obreiros que possam contribuir imediatamente para os trabalhos da igreja (ministro de música, estudantes de teologia, pedagogia e missões).
6) Reorganização das atividades da igreja, buscando minimizar a quantidade de atividades de cada líder para maximizar seus resultados.
Se todas estas áreas fossem trabalhadas com força, eu creio que poderíamos avançar tremendamente na organização de nossa igreja e, a partir daí, poderíamos direcionar todos os nossos esforços para alcançar nosso bairro para Jesus.
Isto imediatamente começou a me fazer pensar. Comecei a pensar no passado e no presente de minha igreja. A Primeira Igreja Batista do Grajaú já foi uma igreja muito forte, com cerca de 220 membros, número significativo para um bairro tão pequeno, geograficamente. Após sucessivos problemas, nossa igreja se viu reduzida a cerca de 110 membros e uma frequência dominical de 30 fiéis de manhã e 50 à noite, no final de 2008.
A primeira atitude tomada pela nossa igreja para uma busca de uma retomada de crescimento foi uma busca criteriosa por um homem de Deus para liderar nossa igreja. Tal busca nos levou a receber cerca de 8 pastores, levando-nos a ouví-los, orar e buscar a vontade de Deus para nós. Após um bom tempo, cremos ter feito a escolha certa ao convidar o Pr. Wellison Magalhães para ser nosso líder. Um homem de Deus, o Pr. Wellison mostrou-se um forte pregador, pastor e cristão, o que ajudou a dar um foco à igreja, novamente.
A seguir, buscou-se uma centralidade na Palavra de Deus para a igreja. Um detalhe bem curioso da aula foi que o Pr. Noélio afirmou que a leitura fixa muito mais os conteúdos apresentados do que a música. Desta forma, apresentando a forma do cérebro humano, ele notou que é pela falta de leitura que os pastores hoje controlam as massas, pois a leitura gera raciocínio, esta gera contestação e contestação gera debate, algo que os pastores hoje sempre querem evitar. A volta a uma mensagem mais bíblica fez com que os fiéis se fortalecessem mais na fé, ajudando-os a enfrentar os momentos de aflição.
Apesar disto, a PIB do Grajaú ainda enfrenta problemas, e foram estes que pensei sobre como resolver. Atualmente, nosso corpo de liderança é pequeno e não tem renovação. Por haverem poucos líderes, muitos possuem diversas atividades na igreja, causando uma sobrecarga nas pessoas, levando a conflitos e atividades realizadas apenas por realizar. Além disto, muitas pessoas com know-how para gerenciar as atividades da igreja deixaram nossa comunidade sem passar seus conhecimentos, causando um vácuo que fez com que muitas atividades não fossem realizadas com excelência ou fossem deixadas de lado (um exemplo claro é que nossa igreja não possui um coral há 3 anos e não possui um coral misto fixo há mais de 5 anos, com a saída da antiga ministra de música).
Pensando nisto, fica claro que o trabalho para reerguimento de uma igreja nesta situação passa pela criação, busca e capacitação de novos líderes. O trabalho é de longo prazo, porém absolutamente necessário para o sucesso da igreja. Em nossa igreja, eu trabalharia em algumas frentes:
1) Um curso de liderança, buscando melhorar a capacitação dos líderes atuais da igreja.
2) Análise da membresia, em busca de novos líderes em potencial, incentivando-os para participar do curso acima.
3) Criação de uma biblioteca, bancada pela igreja, para fornecer literatura de apoio para capacitação dos líderes, em suas diversas áreas.
4) Trabalho de "mentoria estratégica", com líderes reunindo-se semanalmente com seus liderados para fomentar o intercâmbio e a socialização do conhecimento.
5) Sustento de obreiros que possam contribuir imediatamente para os trabalhos da igreja (ministro de música, estudantes de teologia, pedagogia e missões).
6) Reorganização das atividades da igreja, buscando minimizar a quantidade de atividades de cada líder para maximizar seus resultados.
Se todas estas áreas fossem trabalhadas com força, eu creio que poderíamos avançar tremendamente na organização de nossa igreja e, a partir daí, poderíamos direcionar todos os nossos esforços para alcançar nosso bairro para Jesus.







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