Até mesmo seminaristas são pecadores. Eu vou confessar um de meus pecados: Eu amo reality shows! É verdade. Ao contrário da tendência reacionária da maioria dos teólogos brasileiros, que adoram taxar os programas de TV atuais de lixo para baixo, eu gosto de assistir estes tipos de programas. De fato, eu fui o editor do primeiro site brasileiro totalmente voltado para este mercado, a Reality Center, um site que durou 3 anos e que me deixa saudades até hoje. No ápice do sucesso, a Reality Center chegou a ter 1500 acessos únicos e 5000 pageviews diários, com 5 colaboradores e 10 programas sendo cobertos ao mesmo tempo. Cheguei a cobrir 3 Big Brothers estrangeiros ao mesmo tempo, gastando 10 horas de cobertura por dia. Hoje, o arquivo deste site está guardadinho no meu HD, uma pequena lembrança do meu hobby de antigamente.
Enfim, o programa que mais me despertava o interesse na época, e até hoje, era o programa Survivor. Esta série foi a primeira a fazer sucesso nos EUA e conseguiu criar toda uma indústria em torno do gênero. Seu sucesso foi tão marcante que o gênero hoje figura até nos prêmios Emmy, o Oscar da TV americana. O programa era simples: 16 pessoas, 2 times, jogados no meio do mato, sobrevivendo às intempéries e a si mesmos. Duas provas por episódio: Uma de recompensa, outra de imunidade. A equipe perdedora na prova de imunidade ia pro Conselho Tribal, onde eliminava um jogador por voto simples. Após alguns episódios, as tribos eram unidas e era cada um por si. No final, os dois finalistas enfrentavam uma votação dos 7 últimos eliminados. Vencia quem recebe mais votos para vencer (4 de 7 davam a vitória).
Depois de ver as 11 primeiras temporadas da série americana, eu parei de acompanhá-la. A versão nacional, No Limite, da Rede Globo, só teve os primeiros 3 episódios. Era um claro plágio da versão original, a Globo foi processada e o programa nunca mais foi ao ar, até por conta do sucesso do Big Brother Brasil. Entretanto, após 8 anos, a Globo resolveu trazer o No Limite de volta, e eu acabei relutantemente voltando a acompanhar a série. E acabei, como esperado, conquistado.
O programa atual está simplesmente diferente, mais maduro. Afinal, a Globo teve vários anos de Big Brother para aprender a editar o programa. Algumas coisas, ainda não gosto. Detestei a eliminação por voto popular. Sempre achei que No Limite é programa para eliminação dos próprios jogadores. Porém, a edição está perfeita. A trilha sonora é totalmente tirada da série Survivor, tendo músicas da versão americana e da versão inglesa da série. Os jogadores também entraram pensando em ganhar um jogo, em vez de aparecer pras câmeras. Até porque No Limite é diferente de Big Brother, que vence quem aparece mais e melhor.
Enfim, como minha conta da Globo.com me permite acesso aos episódios completos, irei fazer algumas ponderações sobre o programa, para relembrar os velhos tempos. Entretanto, farei minhas críticas como o teólogo que sou, tentando achar um sentido no programa para um telespectador cristão. Perguntas como: Há como um cristão participar de um programa como No Limite? E mais: Há como um cristão GANHAR este programa?
Também colocarei, em breve, os motivos pelos quais eu hoje não assisto mais ao Big Brother Brasil. E posso adiantar: A resposta irá surpreendê-los.
Enfim, o programa que mais me despertava o interesse na época, e até hoje, era o programa Survivor. Esta série foi a primeira a fazer sucesso nos EUA e conseguiu criar toda uma indústria em torno do gênero. Seu sucesso foi tão marcante que o gênero hoje figura até nos prêmios Emmy, o Oscar da TV americana. O programa era simples: 16 pessoas, 2 times, jogados no meio do mato, sobrevivendo às intempéries e a si mesmos. Duas provas por episódio: Uma de recompensa, outra de imunidade. A equipe perdedora na prova de imunidade ia pro Conselho Tribal, onde eliminava um jogador por voto simples. Após alguns episódios, as tribos eram unidas e era cada um por si. No final, os dois finalistas enfrentavam uma votação dos 7 últimos eliminados. Vencia quem recebe mais votos para vencer (4 de 7 davam a vitória).
Depois de ver as 11 primeiras temporadas da série americana, eu parei de acompanhá-la. A versão nacional, No Limite, da Rede Globo, só teve os primeiros 3 episódios. Era um claro plágio da versão original, a Globo foi processada e o programa nunca mais foi ao ar, até por conta do sucesso do Big Brother Brasil. Entretanto, após 8 anos, a Globo resolveu trazer o No Limite de volta, e eu acabei relutantemente voltando a acompanhar a série. E acabei, como esperado, conquistado.
O programa atual está simplesmente diferente, mais maduro. Afinal, a Globo teve vários anos de Big Brother para aprender a editar o programa. Algumas coisas, ainda não gosto. Detestei a eliminação por voto popular. Sempre achei que No Limite é programa para eliminação dos próprios jogadores. Porém, a edição está perfeita. A trilha sonora é totalmente tirada da série Survivor, tendo músicas da versão americana e da versão inglesa da série. Os jogadores também entraram pensando em ganhar um jogo, em vez de aparecer pras câmeras. Até porque No Limite é diferente de Big Brother, que vence quem aparece mais e melhor.
Enfim, como minha conta da Globo.com me permite acesso aos episódios completos, irei fazer algumas ponderações sobre o programa, para relembrar os velhos tempos. Entretanto, farei minhas críticas como o teólogo que sou, tentando achar um sentido no programa para um telespectador cristão. Perguntas como: Há como um cristão participar de um programa como No Limite? E mais: Há como um cristão GANHAR este programa?
Também colocarei, em breve, os motivos pelos quais eu hoje não assisto mais ao Big Brother Brasil. E posso adiantar: A resposta irá surpreendê-los.







0 comentários:
Postar um comentário